SUA HISTÓRIA, NOSSA HISTÓRIA

DE ALUNA A PROFESSORA DO CURSO DE HISTÓRIA DA UNITAU

 

Docente acompanha o crescimento da Instituição há 56 anos

Maria Januária Vilela Santos acompanhou, primeiro como estudante e depois como docente, a criação do curso de História da Universidade de Taubaté (UNITAU). Em 1958, quando a graduação ainda era na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Taubaté, Januária conheceu a Instituição que faria parte de mais de cinco décadas de sua trajetória.

 

Docente em atuação com mais tempo de casa, ela foi uma das primeiras professoras da Instituição a completar o doutorado e tem diversos livros publicados, muitos empregados como bibliografia nas escolas – o primeiro, lançado em 1973, é intitulado História do Brasil.

 

Januária conta que começou a lecionar assim que terminou a graduação. “O professor Joffre Alves Furquim, que dava aulas de História Medieval e Antiga, me chamou para ser professora assistente”, conta.

 

Dentro da Instituição, a docente foi construindo a sua própria história. Passou de assistente para funcionária contratada e conquistou espaço até se aposentar como professora titular, passando por diferentes momentos da história do país e da Universidade. “Lembranças são muitas: as reuniões, as festas típicas dos estudantes e ver a UNITAU crescendo, se transformando.”

 

Segundo a historiadora, a maior batalha, no sentido construtivo, foi conseguir a criação da Universidade, em 1974. Com a fundação da Instituição, na época, com 14 cursos, Taubaté começou a ter muitas repúblicas de estudantes e atraiu pessoas novas para a cidade.

 

DOCÊNCIA

 

Para a professora, a amizade e o amor à profissão definem os anos na Instituição. “Nós tivemos professores muito ligados a esse caráter da profissão. Hoje, o professor não é tão valorizado. Sinto saudades de ver as pessoas com quem convivemos aqui e que deixaram essa imagem de dedicação a vida toda ao ensino. O maior reconhecimento, na verdade, vem dos próprios alunos”, finaliza.

 

Ariane Caldas

ACOM/UNITAU

PROFESSOR DA UNITAU É DESTAQUE POR PESQUISA SOBRE ANFÍBIOS

 

Docente acompanha o crescimento da Instituição há 17 anos

Desde 1997, Itamar Alves Martins, doutor em Ciências Biológicas, encontrou na Universidade de Taubaté (UNITAU) uma oportunidade de crescimento pessoal e profissional. Sua trajetória começou como professor colaborador na Instituição e logo depois, em 2001, foi aprovado em um concurso para exercer a função de docente. Desde então, Itamar tem se dedicado ao Departamento de Ciências Biológicas como professor e pesquisador, auxiliando os alunos com suas pesquisas e com conhecimentos conquistados durante esse tempo.

 

 “Na verdade, a gente vê um crescimento muito grande dentro da Universidade, em termos de qualidade de ensino e de infraestrutura. As condições laboratoriais melhoraram, e muito, tanto para aulas práticas quanto para as pesquisas”, comenta.

 

 Entre assistência aos alunos e aulas ministradas, Itamar também é pesquisador de anfíbios, atividade que realiza há 15 anos e que já lhe rendeu premiações e títulos.

 

A conquista mais recente foi a homenagem por um de seus trabalhos científicos, em que identificou uma nova espécie de anfíbio encontrada em Campos do Jordão (SP) e em Passa Quatro (MG). A “Proceratophrys itamari” foi reconhecida pelo pesquisador em março deste ano e recebeu o nome para homenagear o idealizador do projeto, Itamar Martins.

 

 “Foi uma surpresa ser homenageado, você acaba entrando para a história porque o seu nome está marcado cientificamente numa espécie biológica presente neste bioma tão importante.”

 

 Para o docente, ajudar na formação dos alunos e encaminhá-los na vida acadêmica é de grande importância e valor e é assim que ele inicia sua história na vida dos universitários e permanece ampliando sua trajetória na Universidade.

 

“É uma grande satisfação ver nossos estudantes conseguindo alçar voos maiores. A formação deles é o nosso sucesso, é a nossa vaidade. Vê-los bem formados é uma forma de gratidão”, finaliza.

 

Caroline Santos

ACOM/UNITAU

EX-ALUNO É DIRETOR DO CIESP DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

 

Engenheiro começou sua carreira ainda na graduação

Almir Fernandes, formado em Engenharia Mecânica na turma de 1983, na Universidade de Taubaté (UNITAU), dirige o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) de São José dos Campos e também é proprietário da Iso-Metro Comercial Ltda., empresa que presta serviços de metrologia industrial desde 1992.

 

Com 32 anos de carreira, Almir entrou para o mercado de trabalho quando ainda era estudante de engenharia, como estagiário da Eaton, uma multinacional americana do ramo de autopeças. Na empresa, ele foi contratado e, em 10 anos, conseguiu um amplo crescimento: passou de engenheiro à gerência do seu departamento.

 

Para o profissional, os conhecimentos adquiridos na Universidade foram essenciais para a entrada no mercado de trabalho. “Eu só consegui porque eu tive uma boa base teórica na faculdade. Sem isso, não conseguiria o estágio e também não me transformaria na pessoa que sou hoje. Sempre pensei em dar o melhor, usar tudo o que aprendi para me reconhecerem como engenheiro.” Almir também fez diversos cursos nacionais e internacionais na área de qualidade, além de duas pós-graduações.

 

O engenheiro teve momentos marcantes ao longo da sua formação. Partidas de futebol, torneios de truco na cantina e rodas para tocar violão, além do apelido de Figueiredo – quando ele foi presidente de sala, quem governava o Brasil era o general João Baptista de Oliveira Figueiredo – são algumas de suas lembranças. O apelido colocou Almir em algumas situações inusitadas, como quase perder o seu primeiro estágio e ser surpreendido na entrega do seu diploma, porque ninguém o conhecia pelo verdadeiro nome.

 

“O tempo em que estudei na UNITAU foi um dos melhores momentos da minha vida. Sempre saímos com um apelido, com muitas amizades e muito conhecimento. Isso aconteceu comigo e não dá para esquecer.”

 

Luciana Oliveira

ACOM/UNITAU

PAIXÃO PELA MEDICINA É MARCANTE NA VIDA DE UNIVERSITÁRIA

 

Estudante do último ano do curso deseja ser pediatra e foi contemplada com a Bolsa Mérito, por melhores notas

Enquanto para uns o sonho de se tornar médico vem desde criança, para Bruna Antunes Nogueira, de 24 anos, a paixão surgiu durante a adolescência, em um cursinho preparatório para vestibulares. Ao despertar o interesse pela área de Biociências, ela começou a procurar uma profissão que preenchesse os seus desejos e encontrou na Medicina o seu futuro.

 

Hoje, a aluna do último ano do curso da Universidade de Taubaté (UNITAU) sente-se realizada com a escolha que fez e pretende continuar a trilhar o seu caminho no cuidado de crianças. “Estou passando pelo meu último estágio no internato, na área de Pediatria. É o que eu mais gosto, é o que eu quero para a minha vida, então estou super feliz”, conta.   A tradição e o conhecimento de médicos bem conceituados formados na UNITAU fizeram com que a estudante escolhesse a Universidade para ser a sua casa durante 12 semestres.

 

Com uma rotina corrida, Bruna vai para o hospital às 7h e sai por volta das 17h. Quando não tem plantão, a universitária costuma ir à academia, mas nunca abandonando os estudos ao final do dia.

 

A alegria de Bruna não para por aí: a conquista de uma vaga na Universidade e de bons frutos durante toda a vida acadêmica fez com que, no início de 2014, ela fosse contemplada com a Bolsa Mérito. “Nunca pensei que ganharia o benefício. A meritocracia é uma maneira de estimular as pessoas a darem o seu melhor. Fiquei muito feliz.”

 

A Bolsa Mérito é uma forma de menção e de incentivo aos estudantes que tiveram a melhor média aritmética dentre todas as disciplinas cursadas na série do respectivo curso no ano letivo, bem como os vestibulandos que conseguiram a primeira colocação no Vestibular.

 

De família taubateana e filha única, a aluna pretende se aprofundar cada vez mais na área médica: ela prestará provas de residência e, enquanto espera pelos resultados, almeja trabalhar. “O contato com doentes nos hospitais agrega mais como pessoa do que a parte científica. Aprendemos a ser mais humanos, a pensar mais no outro e a ter compaixão pelo próximo. A sensação é de realização total: sou apaixonada pela Medicina.”

 

Camila Ferreira

ACOM/UNITAU

PROFESSOR DE ENGENHARIA CIVIL CONTA SUA HISTÓRIA NA UNIVERSIDADE

 

Formado há 39 anos e lecionando há 17, docente recorda suas experiências durante a carreira

De aluno a professor na Universidade de Taubaté (UNITAU), Roberto José Falcão Bauer formou-se no curso de Engenharia Civil, em 1975. O profissional começou a lecionar a disciplina Materiais de Construção, em 1997, e deu continuidade aos trabalhos do seu pai na empresa Falcão Bauer, consultoria especializada em controle da qualidade.

 

O docente gosta de fazer parte da equipe da Instituição. Falcão Bauer, como é conhecido pelos estudantes e funcionários, fez amizades na época de sua graduação e mantém um contato próximo com seus alunos. “É importante esse relacionamento, só enriquece e renova.”

 

Os estudantes são o motivo para a sua constante atualização de conhecimento. Bauer acredita que os locais com chefes e professores exigentes proporcionam um aprendizado profundo.  “O mais importante é ver as pessoas com quem você convive crescendo. Faz bem para gente, como ser humano”, disse.

 

No laboratório de Materiais de Construção da UNITAU, ele disponibiliza pastas com informações sobre palestras, artigos de congressos e eventos para os alunos do curso de Engenharia Civil poderem participar de atividades que agreguem novas experiências ao currículo. O acervo do professor conta com materiais dos últimos 25 anos.

 

ALÉM DA DOCÊNCIA

 

Após a conclusão da graduação, o professor teve a oportunidade de supervisionar grandes obras e também de atuar no Grupo Falcão Bauer, fundado e idealizado por seu pai, Dr. Luiz Alfredo Falcão Bauer. A empresa é pioneira na propagação do controle tecnológico civil, reconhecida nacional e internacionalmente pela busca contínua da qualidade em obras, em indústrias e nos serviços oferecidos à sociedade. “Na construção civil, precisamos saber valorizar as pessoas e identificar qual é o dom de cada uma.”

 

LEMBRANÇAS

 

Bauer conheceu Taubaté ainda na adolescência e simpatizou-se com a região. “Não me esqueço quando eu tinha 14 anos e, nas férias, fui viajar para o Rio de Janeiro com a minha família, paramos para almoçar em Taubaté. Depois, vim estudar na cidade e passei a me sentir à vontade aqui no Vale do Paraíba. Para mim, hoje eu sinto orgulho de estar junto à UNITAU”, finaliza.

 

Camila Sanini

ACOM/UNITAU

UMA CARREIRA CONSTRUÍDA DENTRO DA UNIVERSIDADE

 

Diretor do Departamento de Obras e Manutenção começou como pedreiro e virou universitário na Instituição

Funcionário desde 1997 na Universidade de Taubaté (UNITAU), Marcos Antonio Lopes do Rosário deu início a sua carreira na Instituição como pedreiro e prestava serviços por meio de contrato. Em 2001, teve a oportunidade de realizar um concurso público para o cargo de mestre de obras da Universidade e, com dedicação, conquistou a vaga. Após dois anos, a história do servidor ganharia um novo rumo: ao conseguir uma bolsa de estudo pela Instituição, ele se tornou um universitário.

 

A escolha pela graduação de Engenharia Civil foi diretamente relacionada ao trabalho que exercia em construções, desde os treze anos de idade. O curso é considerado um dos mais tradicionais do Vale do Paraíba e já formou mais de 4 mil alunos em cinco décadas de história.

 

 “Foi uma das melhores coisas que aconteceu na minha vida: ter a oportunidade de fazer uma Engenharia. Eu jamais perderia esta chance”, relata. Por cinco anos, Marcos conciliou os estudos, o trabalho na Instituição e a família nas 24 horas do seu dia, que, muitas vezes, eram insuficientes. “Eu saía da faculdade normalmente às 23h30, ia para a casa e continuava estudando, até quase três horas da manhã. E essa rotina foi durante toda a graduação. Várias vezes eu cheguei a dormir duas, três horas por noite. Eu estava sempre focado nos estudos e, ao mesmo tempo, no trabalho”, conta o engenheiro.

 

 Após concluir o curso, Marcos alcançou mais um objetivo: em 2013, assumiu a chefia do Departamento de Obras e Manutenção, o DOM, criado em 2001 na Instituição. Entre telefonemas, cálculos e reuniões, o engenheiro precisa vistoriar as obras na Universidade, para conferir se o andamento está correto. Todas as tarefas do dia seguinte são organizadas por meio de uma programação que o servidor faz na data anterior e, assim, ele concilia e administra o seu trabalho diário.

 

 Nesses anos de dedicação, Marcos tem crescido junto com a UNITAU e acompanhou diversas mudanças que aconteceram na Instituição. “Eu tenho uma história dentro da Universidade. Ela faz parte da minha vida e, para mim, ela é basicamente tudo. Muita coisa que conquistei foi devido a eu estar aqui, só colhi frutos bons e, por isso, sempre falo que só tenho a agradecer a Instituição: eu visto a camisa pela UNITAU.”

 

Caroline Santos

ACOM/UNITAU

DUAS DÉCADAS DE DEDICAÇÃO À UNIVERSIDADE

 

Vice-diretor do Colégio UNITAU começou como aluno e também foi docente

Em 24 anos de história na Universidade de Taubaté (UNITAU), Reginaldo Luiz Gonçalves passou por diversos Departamentos da Instituição, mas foi na Escola de Aplicação Dr. Alfredo José Balbi que sua trajetória de vida se mistura ao crescimento da Universidade. O vice-diretor do Colégio UNITAU também é pai de duas alunas da Escola e faz questão de ter uma atenção redobrada para que a passagem dos estudantes pela Instituição seja tão gratificante quanto foi para ele.

 

A trajetória de Reginaldo na UNITAU começa antes mesmo de a Universidade ser o seu local de trabalho. Em 1986, ele frequentava as aulas do Ensino Médio do Colégio, quando este ainda se localizava no Departamento de Economia, Contabilidade e Administração (ECA).  “Era uma época muito agradável, uma turma bem divertida. O pessoal de Eletrônica sempre foi alegre, elétrico, dava muito trabalho aos professores”, conta, entre risos.

 

Ao mesmo tempo em que concluía o técnico em Eletrônica, Reginaldo ingressou na primeira turma do curso de Computação Científica da UNITAU, em 1989, ano da criação do Departamento de Informática da Instituição. Um ano depois, ele dedicava quase todo seu dia à Universidade: durante o dia, trabalhava como técnico do Laboratório de Eletrônica; à noite, estudava.

 

Em 1994, Reginaldo recebeu um convite do Reitor à época, Prof. Dr. Milton de Freitas Chagas, para implantar o curso de Processamento de Dados no Colégio, retornando assim para a Escola que foi sua porta de entrada na Universidade.

 

“Foi um desafio enorme. Acabei trabalhando junto com professores que, há pouco tempo, tinham dado aula para mim. A exigência de cumprir um programa, de aplicar uma prova, de corrigir, dar aquela aula é bem diferente. Você muda a sua maneira de pensar.”

 

Reginaldo foi coordenador e professor do curso por 18 anos, auxiliando na formação de mais de 600 alunos. Em 2012, ele recebeu um novo convite: tornar-se o vice-diretor do Colégio. Para ele, sua trajetória pode ser resumida em dois adjetivos: gratificante e desafiadora.

 

“Gostava muito de dar aula e, como administrador, eu faço as coisas acontecerem e vejo o retorno do meu trabalho. O curso de Informática cresceu; antes não tínhamos nem computador e, hoje, há três laboratórios. Somos uma escola de excelência e é provocante ter a tarefa de sempre procurar o melhor para o Colégio.”

 

Théo Ortiz

ACOM/UNITAU

FAZENDO HISTÓRIA JUNTO COM A INSTITUIÇÃO

 

A UNITAU completa 40 anos e Rosana faz parte dessa comemoração

Rosana Maria de Moura Pereira, em 1981, deu início a sua vida dentro da UNITAU sem saber que se tornaria de algum modo, alma e coração nas cores azul e branco. Com a intenção de conseguir pagar o curso de Secretário Executivo na Universidade, iniciou a atividade de escriturária em 5 de Março do mesmo ano na Reitoria, mas foi a partir de 1985 que selou de vez sua relação com a Instituição. Rosana realizou o concurso para o cargo de auxiliar administrativo, ficando por dois anos na área e depois passou para a função de arquivista.

 

Em 1994, entrou para a Secretaria dos Órgãos Colegiados Centrais, onde permanece até hoje como secretária. Natural da cidade de Taubaté, interior de São Paulo, Rosana era uma jovem de 18 anos quando começou a trabalhar na UNITAU. Sua intenção era conseguir pagar o curso e depois ganhar o mundo, não imaginava fazer carreira na Instituição e hoje já se passaram 33 anos cumprindo seu papel. “Quando comecei a trabalhar na Universidade, ela tinha 5 anos. Entrei em 1981 e ela funcionava desde janeiro de 1976, então acompanhei esse crescimento e cresci junto”, ressaltou.

 

 Rosana acompanhou de perto todas as vitórias e dificuldades da Universidade, presenciou o mandato de nove Reitores na Instituição, conduziu posses, montou atas e viveu momentos que se recordará para sempre. “Na posse do Reitor José Rui, fiquei muito emocionada porque aquela era a última vez que eu participaria. Você ficar 33 anos no mesmo lugar, na mesma função, é claro que vou sentir falta. Passa um filme na cabeça, desde a primeira vez que estive aqui até agora.”

Com toda essa relação, não seria diferente o seu papel ser fundamental para a Instituição. Os processos que devem ser pautas de reuniões passam pelas suas mãos e depois são direcionados aos conselhos, divididos entre o Conselho Universitário (Consuni), o Conselho de Ensino e Pesquisa (Consep) e o Conselho de Administração (Consad). “Os Órgãos Colegiados Centrais ajudam na administração da Universidade, na criação de cursos e é um trabalho importante”, conta.

 

Sempre muito simpática e com bons relacionamentos, quando chega ao serviço, Rosana cumprimenta todas as pessoas ao seu redor, entre eles funcionários e estagiários, e logo se dirige para sua sala, onde passa a maior parte do tempo. Em sua mesa, encontram-se fotografias sob um vidro, que remetem às lembranças familiares e aos momentos vividos na Instituição, e pilhas de processos para receber sua assinatura e seu devido encaminhamento. “Quando entro aqui para trabalhar, eu sou totalmente UNITAU”, disse.

 

Ao final do expediente de trabalho, Rosana vai para seu lar e desenvolve as tarefas normais de uma dona de casa e, para descansar, faz pilates e pratica dança de salão com o marido Valter, com quem é casada há 30 anos.

 

Rosana da Reitoria, como é conhecida por todos, é formada na terceira turma de Secretário Executivo da UNITAU e aprecia uma boa leitura. Ela é mãe de dois filhos já com os caminhos traçados: Rodolfo, de 27 anos, casado e projetista na Embraer, e Flávia, com 24 anos, dentista e futura mamãe da Manuela. Em 2015, Rosana completará 34 anos de dedicação à UNITAU, com a sensação de dever cumprido e laços de amizades concretizados. “Em todo esse tempo, conquistei amigos queridos que terei o prazer de reencontrar”, disse.

 

 Uma mulher tímida e assertiva, com notória trajetória de vida na UNITAU, irá se aposentar, deixando seu primeiro e único emprego. Agora, sonha em aproveitar esse momento que está por vir: pretende se aperfeiçoar na culinária, viajar e viver histórias em família com a consciência tranquila, sabendo que se dedicou ao trabalho e fez o seu melhor.

 

Camila Ferreira

ACOM/UNITAU