Alunos criam rede social e concorrem em competição da Microsoft

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* Foto: Giovanna Madureira/UNITAU

A final nacional da competição Imagine Cup da Microsoft acontece nesta quinta-feira (28), em Belo Horizonte (MG), onde o projeto de um grupo de ex-alunos do curso de Sistemas de Informação da Universidade de Taubaté (UNITAU), a rede social Dreampper, é um dos três finalistas na categoria Inovação.

Os alunos estão desde segunda-feira na capital mineira, onde deverão apresentar o projeto para os avaliadores. Se ganharem essa etapa, vão para Seattle (EUA), onde concorrerão com mais de 200 estudantes de 80 países distintos. O vencedor receberá o investimento da empresa para o projeto. A cerimônia que anunciará o campeão será transmitida ao vivo pela rede social que desenvolveram, às 14h30.

A rede social foi desenvolvida, inicialmente, como um Trabalho de Graduação (TG). A equipe teve início com Felipe Santana, 23 anos, Danilo Sette, 22 anos, e Liliane Brito, de 32 anos, e depois contou com a entrada do aluno Tiago Cazali, de 28 anos.

A Dreampper tem ferramentas semelhantes às do facebook, como, por exemplo, a postagem de fotos e a inserção de comentários. Porém, a rede tem como diferenciais a organização de temas de acordo com a preferência do usuário e o foco no entretenimento moderno, ou seja, jogos, séries de TV, filmes, livros e músicas.

O conteúdo da página é sempre classificado com o que é mais relevante, além do fato de que o projeto tem todos os recursos para manter os usuários mais próximos, compartilhando opiniões e experiências de determinado tema mantendo o que gosta mais organizado e acessível.

“Todas as redes sociais um dia morrem, elas nascem, mantém um pico e somem. E todas elas tiveram inúmeros usuários um dia, mas as pessoas se cansam rápido, então é um bom momento para se criar algo novo”, ressalta Felipe Santana, um dos idealizadores do projeto.

Diante do grande avanço do projeto, o Prof. Dr. Luiz Fernando de Almeida, diretor do Departamento de Informática e orientador do TG, ressalta a importância da classificação do grupo na competição. “A importância é a transformação de um trabalho de graduação num quase produto, reconhecido inclusive pela Microsoft. É uma motivação para que os alunos possam seguir no mesmo caminho, ou seja, que o TG possa ser o início de um projeto maior que possa se desenvolver no mercado de trabalho.”

Sabendo que o projeto tem muito potencial de mercado, os alunos querem mantê-lo independentemente de ganharem ou não a competição, focando no mercado e mostrando que vale a pena investir em uma ideia inovadora.

Giovanna Madureira
ACOM/UNITAU