Ligas do curso de Odontologia realizam ação com comunidade

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Os alunos de Odontologia da Universidade de Taubaté (UNITAU) que participam da Liga de Cirurgia e da Liga de Diagnóstico estiveram em São Luís do Paraitinga para atendimento da população.

As Ligas são grupos de alunos interessados em determinadas especialidades que buscam aprender mais sobre a disciplina. As equipes fazem a checagem dos sinais vitais e exames bucais. “Como profissional da saúde, o dentista deve avaliar os sinais vitais em todos os seus pacientes, medir pressão, ver frequência cardiológica e respiratória e medir temperatura. Pode ser que você não saiba tratar, mas diagnosticando uma anormalidade você pode encaminhar aquele paciente”, explica o Prof. Dr. Rubens Guimarães Filho, responsável pela Liga de Cirurgia.

“Fazemos o diagnóstico das lesões, avaliando-as e encaminhando as pessoas para a Clínica de diagnóstico do Departamento. Lá, os alunos fazem o atendimento e o tratamento. Tratamos todos os tipos de lesões, das mais simples as mais complexas”, completa o Prof. Me. Alexandre Cursino de Moura Santos, responsável pela Liga de Diagnóstico.

O público-alvo da prática são moradores de regiões pobres e com baixa renda. A ação tem como objetivo aproximar os alunos da realidade da população e das instalações disponíveis para atendimento da região.

Jaqueline Rizzato,  presidente da Liga de Cirurgia, frisa a importância de participar da ação. “A importância de participar dessa ação é fazer com que a gente consiga tratar dos casos mais urgentes. Ter esse contato aluno e paciente é muito bom, pois agrega muito conhecimento ao aluno”.

“Essa ação fez com que eu enxergasse a realidade fora dos muros da faculdade. Enxergar que um gesto tão pequeno traz uma gratidão muito grande para as pessoas que não têm muito acesso à informação e à saúde”, salienta a aluna Letícia Fernandes, do 5º semestre.

Larissa Brito, presidente da Liga de Diagnóstico, expõe de que maneira é o contato com a população. “Sempre recebemos um retorno muito positivo dos pacientes, visto que geralmente atuamos em comunidades que são mais carentes e eles não recebem um atendimento odontológico visando a prevenção do câncer bucal. Além disso, essa interação com o paciente, que alguns alunos realizam desde o primeiro ano nos torna profissionais mais capacitados e mais empáticos”.

 Julia Carvalho

ACOM/UNITAU

Foto: Arquivo pessoal