Luz, câmera e movimento: crianças aprendem sobre dor com técnicas de comunicação

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Os projetos de extensão têm como objetivo aproximar a Universidade da população local, por meio de atividades, como cursos, eventos e prestações de serviço.  Na Universidade de Taubaté (UNITAU), um dos projetos de extensão é o Luz, câmera e movimento, uma parceria do Departamento de Comunicação Social com o Departamento de Fisioterapia.

O objetivo do projeto é levar a educação sobre dor para as crianças, principalmente dores de coluna cervical, dores crônicas e dor lombar, por meio de técnicas de fotografia, vídeo e rádio.

O Luz, câmera e movimento surgiu da união de dois projetos, o Trilhas culturais e o Quebrando mitos e revelando verdades. O Prof.Me. João Rangel Marcelo, do Departamento de Comunicação Social, explica como foi o processo de junção dos programas. “Quando surgiu a proposta dos convênios da Universidade com a Prefeitura Municipal, eu conversei com professor Renato, porque a gente tinha uma ação que era em comum, que era uma oficina de vídeo e fotografia nas escolas. Decidimos transformar num projeto só e juntamos a área de educação e saúde da Fisioterapia com a área de Cultura e Comunicação”.

Após a apresentação do projeto para a Pró-Reitoria de Extensão, a Secretaria de Educação determinou que os alunos de escolas municipais do bairro Gurilândia e Esplanada I participariam do projeto. “Os alunos são de uma comunidade carente, então atividades extracurriculares desse tipo chamam bastante atenção. Eles gostam muito de esporte, mas essas atividades que têm fotografia é uma coisa nova, então eu acho que eles ficam bem felizes, dá para ver pela reação deles, estão bem felizes com a situação”, expõe o Professor Rômulo Brito da Silva, da escola Vereador Mário Monteiro, do bairro Gurilândia.

Natalie da Silva Rosa, aluna do 6º ano da escola Vereador Mário Monteiro, aprovou o projeto Luz, câmera e movimento. “Estou achando o projeto muito bom, eu gostei muito.”

A aluna Ana Gabriele Cunha, do 4º semestre de Fisioterapia, esclarece o motivo de participar do projeto de extensão. “Eu entrei no projeto porque é uma área da Fisioterapia que eu gosto bastante e também para acrescentar na minha experiência, porque, quando a gente trabalha com crianças, a gente tem experiências diferentes.”

Os projetos de extensão visam levar para a comunidade o que se aprende na Universidade, e, para o Professor João Rangel Marcelo, participar de um projeto é muito gratificante. “O principal de tudo isso é que a gente aprende muito com a comunidade, a vida acadêmica por si só é muito fechada, uma proporção muito pequena tem acesso a ela. Quando a gente faz um projeto de extensão, a gente consegue ver a realidade das pessoas que estão ao nosso redor, e quem sabe isso estimula essas crianças. É isso que move a gente e continuar com os projetos”.

 Julia Carvalho

ACOM / UNITAU

 

Foto: Leonardo Oliveira / ACOM