Ex-aluna da UNITAU é conselheira do Conselho Nacional de Justiça

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Em novembro de 2018, Maria Cristiana Simões Amorim Ziouva, ex-aluna de Direito da Universidade de Taubaté (UNITAU), tomou posse como conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão que controla a atuação administrativa e financeira do Judiciário.

Formada pela UNITAU em 1988, Maria Cristiana decidiu cursar Direito por conta de sua paixão pela leitura e pela história, além de ter vários familiares que cursaram Direito, o que a incentivou a escolher o curso. “Muitos na minha família fizeram o curso de Direito, inclusive meu pai, e isso foi um incentivo a mais para mim”, relembra. “Sobre a escolha da UNITAU, como eu tenho família em Taubaté, alguns tios e primos foram formados pela UNITAU. Então, eu já tinha a faculdade como referência”, comenta.

A ex-aluna é membro do Ministério Público Federal desde 1995, tendo trabalhado como Procuradora da República no Estado de São Paulo até dezembro de 2003. Desde março de 2004 até hoje, exerce a função de Procuradora Regional da República da 3ª região, que engloba os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Em outubro de 2015, foi eleita por seus colegas para assumir o cargo de Procuradora-Chefe Regional da Procuradoria Regional da República da 3ª Região, tendo sido reeleita em 2017 para o cargo até setembro de 2019.

Maria Cristiana disse que o cargo de conselheira no CNJ foi uma surpresa: “Eu recebi o convite da Procuradora Geral da República, Dra. Raquel Dodge, que fez a indicação à Ministra Carmem Lúcia, então Presidente do STF e do CNJ”. Ela também conta: “Fui submetida a uma sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal e fui aprovada por unanimidade e, posteriormente, fui aprovada pelo plenário do Senado, por maioria de votos”. Ela tomou posse do cargo no próprio Conselho Nacional de Justiça no dia 20 de novembro de 2018, sob a presidência do Ministro Dias Tofolli e disse que tem a intenção de iniciar seu trabalho focando nas pautas que envolvem violência contra as mulheres e justiça restaurativa.

A nova conselheira do CNJ afirma que a UNITAU a ajudou muito na sua trajetória profissional: “Tive excelentes professores, muito competentes e que sempre me incentivaram a estudar e a progredir. O gosto pelo Direito, de fato, veio daí.”, finaliza.

 

Bárbara Tolomio

ACOM/UNITAU

Foto: Marcos Oliveira/Agência Estado