A importância da iniciação científica na formação do aluno e profissional

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Os projetos de iniciação científica da Universidade de Taubaté (UNITAU) estão cada vez mais populares e mais requisitados dentre os alunos da Universidade. Somente neste ano, existem 23 projetos contemplados dos mais variados temas. A UNITAU apresenta essa modalidade acadêmica há cerca de 40 anos e, desde então, ela vem sendo aprimorada de forma exponencial.

“A iniciação científica pode ser entendida como o ingresso do estudante no universo da pesquisa científica. A partir do momento em que esse acadêmico é apresentado ao método de investigação (seus protocolos e suas rotinas), ele começa, portanto, a reconhecer os variados métodos com os quais a informação científica é produzida”, diz o Prof. Dr. Valter José Cobo, coordenador da iniciação científica.

Vantagens em participar da iniciação científica

Esses projetos são uma ótima “porta de entrada” no mundo acadêmico, fornecendo ao aluno ‘’um imenso ganho em termos de formação na carreira, uma vez que a produção de informação técnico-científica está além do ensino formal e oferece ao estudante um horizonte mais amplo e profundo acerca dos fundamentos e dos conceitos de sua profissão futura’’, acrescenta o Prof. Valter.

Além de o aluno evoluir, significativamente, em sua área acadêmico-profissional, ele também ganha uma bolsa de estudos dentro da Universidade.

Como fazer parte dos projetos?

 Os alunos interessados em adentrar à iniciação científica devem ir atrás dos inúmeros grupos de pesquisa da Universidade. E, por meio desses grupos, devem definir o foco principal que desejam retratar em seus projetos. A participação dos estudantes nos programas de iniciação científica da UNITAU está condicionada ao envolvimento desses estudantes com os inúmeros grupos de pesquisa da Universidade, acompanhando os professores orientadores em seus projetos e, a partir disso, organizando e planejando a sua participação nos programas de iniciação científica. Deve-se lembrar que são os professores os responsáveis pelos projetos e solicitações de bolsas”, encerra o professor.

 

Matheus Corrêa

ACOM/UNITAU

Foto: Leonardo Oliveira