Alunos de escolas municipais aprendem sobre patrimônio histórico em projeto da UNITAU

Acontece, Destaque, Educação, Extensão

O projeto de extensão Educação Patrimonial: conhecendo o patrimônio de Taubaté, criado em 2016 e coordenado pela Profa. Dra. Raquel Duarte Abdala, tem como intuito levar crianças de escolas municipais de Taubaté que estão no Ensino Fundamental I para conhecer os patrimônios e a história da cidade.

A atividade já foi realizada nos municípios de Redenção da Serra e de Natividade da Serra. “Eu quis trazer esse projeto para Taubaté, já que a cidade tem muita história e cultura permeada nos patrimônios”, comenta a professora.

A Escola Municipal Evaristo Campista César é umas das escolas que participa do projeto. Seus alunos foram levados para o Sítio do Pica-Pau Amarelo, cenário das obras literárias do escritor taubateano Monteiro Lobato.

Aprendizado na prática

Os alunos foram levados para fazer um tour pelo sítio e conhecer mais sobre Monteiro Lobato e sua obra. Além disso, as crianças participaram de oficinas e assistiram a uma pequena apresentação de teatro.

A aluna Lavínia Sofia Moreira de Jesus participou do projeto pela escola. “É muito legal conhecer a história da cidade e da preservação do sítio. Aproveitei muito o passeio. Meu personagem preferido do Sítio do Pica-Pau Amarelo é o Visconde devido a sua inteligência”, disse.

“Fazer esse projeto com crianças entre 9 e 11 anos é a melhor coisa. Quanto mais cedo conhecer a história da sua cidade, mais eles valorizam e aprendem a preservar essa cultura”, afirmou a profa. Rachel.

Conhecimento em prol da comunidade

O projeto também conta com a colaboração de bolsistas da Universidade de Taubaté (UNITAU), como o aluno Alan Araújo Pires, do curso de História. Para ele, é importante trabalhar e ajudar no crescimento das crianças, ensinando o valor dos patrimônios da cidade. “O projeto é importante pelo que ele representa, e acrescenta muito para o nosso aprendizado e na nossa experiência”.

“Esse é um dos princípios de uma universidade. Ter projetos de extensão e trabalhar com a comunidade, gerando benefícios”, finaliza a docente.

Matheus Souzedo

PREX/UNITAU