Projeto da UNITAU fará lançamento de balão de sonda

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O Prof. Dr. Fernando Silva de Araújo Porto, do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade de Taubaté (UNITAU), coordena o projeto “Rompendo Barreiras”, que tem como objetivo estudar o lançamento de balões de sonda para grandes altitudes. Além do docente, outros seis bolsistas, alunos de diferentes cursos da UNITAU, participam do projeto.

Essa iniciativa tem como base o GSBC (Global Space Balloon Challenge), uma competição internacional, organizada pela Universidade de Stanford e pelo MIT (Massachussetts Institute of Technology).

 

Primeiro lançamento

O primeiro lançamento está previsto para esta quinta-feira, 30, na EMEF vereador Joaquim França, em Taubaté.

O balão está sendo desenvolvido desde o mês de março, e foi planejado e preparado pelos alunos bolsistas do projeto, pelo professor e por alunos da escola.

Ao longo desses meses, a equipe da UNITAU apresentou aos alunos os itens de montagem do projeto e explicou sobre os procedimentos para montar o balão. “No caso dos componentes mais simples, tais como o refletor de radar e o paraquedas, os alunos do Fundamental participam diretamente da preparação ou montagem”.

 

Projeto interdisciplinar

O Rompendo Fronteiras conta com bolsistas de diferentes cursos da UNITAU. A experiência de aprender por meio de um projeto prático agrega novas informações à formação dos alunos.

“O professor Porto é uma pessoa bastante solícita, que aceita as ideias e modificações, estando sempre com a equipe”, comenta Victor Lopes das Chagas Monteiro, aluno do 5º semestre de Ciências Biológicas.

Além disso, Fernando Henrique Carvalho Ferreira, do 5º semestre de Engenharia Elétrica e Eletrônica, explica que participar desse trabalho amplia o conhecimento. “Participar do projeto é uma oportunidade sem igual, que reúne a possibilidade de melhorar meus conhecimentos, adquirir novas habilidades e interagir com pessoas a fim de um propósito em comum”.

“As crianças e os adolescentes encaram tudo como uma grande aventura, não um projeto de ciência aplicada. Isso me remete ao tempo em que comecei a estudar Engenharia, quando tudo era mágico. Faz-me ver que tudo continua mágico. É muito bom recuperar uma fração da inocência perdida”, comenta o professor.

Matheus Corrêa

ACOM/UNITAU