Novo laboratório de Nutrição traz prática e qualidade

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O curso de Nutrição da Universidade de Taubaté (UNITAU) está mais equipado com a inauguração do novo Laboratório de Nutrição e Dietética dedicado às aulas práticas.

Anteriormente, o curso funcionava no Departamento de Ciências Agrárias da UNITAU. Em 2013, ele passou a ser ministrado no campus do Bom Conselho, mas o laboratório continuou, provisoriamente, no antigo endereço, o que demandava o deslocamento dos estudantes para algumas aulas.

Para resolver essa situação, a Profa. Dra. Fabíola Figueiredo Nejar deu entrada em um projeto junto à Administração da Universidade para que uma nova estrutura fosse implementada, desta vez no anexo de laboratórios da Instituição, onde funciona também a Clínica de Estética da UNITAU.

A inauguração foi realizada no dia 22 e contou com um café da tarde dedicado aos funcionários do Departamento de Obras e Manutenção (DOM). “Queríamos homenagear todos eles, nada disso seria possível sem a participação deles”, contou.

Professores e funcionários celebrando a inauguração do novo laboratório – Crédito: Ingra Lombarde/ACOM

O laboratório conta com nove bancadas, um fogão semi-industrial, um forno combinado, um forno a gás, uma geladeira, um freezer, oito fogões domésticos, tudo em aço inox. “Ficou perfeito. Conseguimos atender melhor esses alunos, eles ficam mais bem distribuídos e aproveitam melhor a aula”, disse. O espaço serve para atender os cursos de Nutrição, de Agronomia, de Engenharia de Alimentos e da Medicina.

A docente contou que o laboratório é essencial, pois permite que os alunos possam colocar a teoria em prática. “Eles podem aprender como é o pré-preparo e o preparo de cada alimento, podem desenvolver receitas e, assim, guardar o conteúdo com mais facilidade, porque eles vão ter como praticar”, afirmou.

“O laboratório tem a magia de transformar o alimento”, disse a docente, que vê o local como o espaço ideal para os estudantes entenderem a textura e o sabor dos alimentos. “Ali, eles vivem em tempo real a transformação dos alimentos.” Fabíola explicou que quando o aluno tem contato com alimentos mais baratos, ele aprende a tornar aquele alimento saboroso e interessante ao paladar, e que isso pode ser um diferencial. “O acadêmico vai com essa marca para o mercado de trabalho e é o laboratório que proporciona essa experiência.”

“Quando você pratica algo, a marca não fica só na sua cabeça, mas no seu coração. E essa marca a gente carrega para nossa vida profissional”, finalizou a docente.

Ingra Lombarde
ACOM/UNITAU

* Foto: Ingra Lombarde/ACOM