Grupo de Estudos de Língua Portuguesa: auxílio aos alunos e à Universidade

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O Grupo de Estudos de Língua Portuguesa (GELP) da Universidade de Taubaté (UNITAU) surgiu em 1988, com objetivo de dar suporte à Pró-reitoria de Graduação (PRG) na disciplina de Língua Portuguesa. O Prof. Me. Luzimar Goulart Gouvêa é o coordenador do grupo desde agosto do ano passado, e fez parte da primeira turma de estagiários do GELP.

Segundo o docente, o grupo realiza trabalhos que atendem vários setores da Universidade, desde a revisão de revistas da Instituição, dos artigos de professores da Pós-graduação, além do atendimento aos alunos de todos os cursos da graduação. Estudantes da Língua Inglesa, Espanhola e Libras também fazem parte do grupo e participam das atividades. O GELP é responsável ainda pela correção do vestibular da UNITAU.

“Desenvolvemos esse atendimento aos alunos, fazemos correções e revisões, e agora, pretendemos começar a produzir artigos acadêmicos”, contou o Prof. Me. Luzimar.

O atendimento é um serviço disponível para alunos de todos os cursos. “O atendimento deve ser agendado. O aluno traz a dificuldade, traz o problema, e a gente ajuda de acordo com a necessidade. Podemos preparar algum material em específico para auxiliar nos estudos”, explicou o coordenador.

Os estagiários ficam junto ao professor durante o atendimento aos alunos com dúvidas para aprenderem a lidar com as dificuldades dos estudantes e irem se preparando para futuros atendimentos. O coordenador tem pretensão de abrir o grupo para que estudantes de outros cursos também possam participar como estagiários e voluntários.

A Língua Portuguesa é sempre um tema em pauta, seja pela influência das redes sociais na hora da escrita ou até pelas exigências dos processos seletivos de contratação. Para Luzimar, as questões que envolvem a escrita e a leitura envolvem o acesso aos materiais, mais disponíveis atualmente, o que é um fator positivo. “Conseguir um livro, uma revista, agora é mais fácil. Antes, tudo era muito caro. Hoje, as pessoas passaram a ler mais, passaram a escrever mais”, disse.

Quanto às entrevistas que exigem parte escrita e oral, o docente afirma que o uso correto da língua vai além das normas. “Raciocínio lógico, argumentação, discurso também são fatores relevantes. A língua não é só a norma. A língua falada também está em jogo em um trabalho, existem outras formas de comunicação”, finalizou.

A aluna Elis Vital Batista, do 6° semestre de Letras Português e Inglês, está no GELP há quase um ano. “Eu quis participar porque contribui muito para a formação acadêmica, aqui nós temos contato com essa parte de correção e revisão de textos, porque durante o curso não tem uma disciplina específica para isso”, contou.

“Eu estou desenvolvendo minha escrita acadêmica e aqui a gente coloca isso em prática todos os dias”, disse. Para o futuro, Elis espera que o GELP continue crescendo, ganhe mais visibilidade e que os alunos busquem mais pelo atendimento oferecido pelo grupo.

Ingra Lombarde
ACOM/UNITAU

*Foto: Jessica Morais/ACOM